domingo, 24 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Em São Paulo
Os cursos devidamente concluídos conferem aos usuários o direito à Certificados de Conclusão emitido pela Escola Virtual.
Confira alguns títulos dos cursos On-line (http://www.ev.org.br/Cursos/Paginas/Online.aspx)
Links Básicos: http://www.ev.org.br/Cursos/Paginas/Online.aspx
http://www.escolavirtual.org.br/welcome.asp
- Administração Financeira (1)
Administração e Planejamento de Finanças Pessoais
- Banco de Dados (3)
Administrando e Armazenando Dados com SQL Server 2005
Modelagem de Dados
Projetando e Implementando Dados com SQL Server 2005
- Cursos de Aperfeiçoamento/Comportamentais (12)
A Internet e a World Wide Web
Comunicação Escrita
Currículo sem Segredo
De Acordo com o Novo Acordo
Dinâmicas e Testes na Seleção
Economia de Energia
Entrevista: Como encará-la!
Estilos de Vida Digitais
Noções Básicas sobre Computadores
Postura e Imagem Profissional
Programas de Produtividade
Segurança e Privacidade do Computador
- Desenvolvimento de Aplicativos (22)
Análise Estruturada de Sistemas
Aplicações Java Mobile
Aplicações Windows Mobile
C++ - Desenvolvimento Orientado a Objeto
Engenharia de Requisitos
Expression Blend
Fundamentos das Aplicações Móveis
HTML - Avançado
HTML - Básico
Ilustração & Design Gráfico para Web
Introdução ao JavaScript
Introdução ao VB.Net
Lógica de Programação
Processo de Desenvolvimento de Software
Programação em C#
Programação Orientada a Objeto
Revisões, Verificações e Inspeções
Silverlight
System Design Overview
Teste e Resolução de Problemas
UML - Linguagem de Modelagem Unificada
WebDesign
- Governança de TI (12)
CMM - Sistema de Modelagem para Desenvolvimento de Software
Estratégia de Negócios
Fundamentos de COBIT
Fundamentos de Governança de TI
Gestão de Estratégia - BSC
Gestão de Processos - BPM
Gestão de Projetos 01 - Como trabalhar com projetos?
Gestão de Projetos 02 - Como iniciar o trabalho com projetos?
Gestão de Projetos 03 - Como planejar o escopo, prazo e orçamento do projeto?
Gestão de Projetos 04 - Como Planejar os demais aspectos do projeto?
Gestão de Projetos 05 - Como Executar, Monitorar, Controlar e Encerrar Projetos?
Gestão Estratégica de TI - ITIL
- Informática (2)
Introdução ao e-Learning
TI na Educação
- Infraestrutura (1)
Fundamentos de Rede
- Office (16)
Introdução ao Pacote Office 2007
Microsoft Access 2003 - Avançado
Microsoft Access 2003 - Básico
Microsoft Access 2003 - Intermediário
Microsoft Excel 2003 - Avançado
Microsoft Excel 2003 - Básico
Microsoft Excel 2003 - Intermediário
Microsoft Excel 2007 - Básico
Microsoft Office Outlook 2007
Microsoft PowerPoint 2003 - Avançado
Microsoft PowerPoint 2003 - Básico
Microsoft PowerPoint 2007 - Básico
Microsoft Word 2003 - Avançado
Microsoft Word 2003 - Básico
Microsoft Word 2003 - Intermediário
Microsoft Word 2007 - Básico
- Segurança (1)
Segurança da Informação
- Sistemas Operacionais (2)
Microsoft Windows Server 2003
Microsoft Windows XP
domingo, 26 de setembro de 2010
"Tem pai e mãe que acha que estar presente nas datas especiais já é o suficiente para manter-se presente, no entanto, nem sempre estas datas são importantes para os filhos que muitas vezes gostariam de atenção no dia a dia em alguma fase especifica da vida deles, e não em alguma data especial", explica.
"O certo é estar por perto sempre, mas se isso não é possível, o melhor é fazer-se presente em momentos em que a criança peça e não que os pais julguem mais importantes", afirma a especialista.
Segundo Vera, este reconhecimento faz a criança aprender a trabalhar a sensação de rejeição. "A ausência vai ser sentida pelo filho de qualquer jeito, mas se houver um representação positiva em relação a figura ausente, os traumas serão menores. Tente dizer algo como: 'se seu pai ver isso vai ficar orgulhoso'; 'sua mãe está longe , mas está de olho em tudo o que você faz' e assim por diante. Isso ajuda a encurtar a distância emocional e amenizar a saudade", sugere.
TAREFAS EM EXCESSO PREJUDICAM AS CRIANÇAS

Na idade moderna, junto com as grandes invenções, a revolução liberal e, mais tarde, com o iluminismo e a formação da burguesia, surge à infância. A criança passa a ser mais cuidada e os laços familiares se fortalecem. Pais e filhos são mais próximos e a criança passa a ser vista como um indivíduo que precisa de atenção e formação essencial. A infância passa a se constituir como uma idéia de momento especial, uma idade de ouro. Logo se começava a perceber que valia a pena investir nesses seres tão pequenos e dependentes.
A infância surge no momento em que se decide deixar as crianças irem à escola, brincarem e serem crianças. Com a modernidade, a infância passa a ser mais estudada e vista como a época de formação.
Liliana Sulzbach (2000) em seu curta-metragem A invenção da infância retrata de uma maneira objetiva e profunda os conceitos de trabalho infantil, comparando as exigências em classes mais pobres e nas classes médias altas. As diferenças são cruciais, mas em ambas acompanhamos uma espécie de corte e de invasão nos territórios do mundo infantil. Crianças assumem funções inapropriadas à sua idade.
Uma criança do interior pobre do nordeste suspira ao dizer: "Que jeito tem, Tem que trabalhar...." Enquanto a menina de classe media alta fala com um misto de satisfação e dúvida: "tenho hora para tudo! Tenho vida de adulto, mas é melhor assim!", referindo-se à sua agenda lotada e, por vezes, pouco construída com base no seu desejo ou perfil, tal como o menino que suspira pela falta de alternativa e diz "tem que trabalhar!".
Preparar os filhos tornou-se um grande e complexo investimento.
Almejar para os nossos filhos o melhor dos mundos é perfeitamente compreensível, entretanto o objetivo que subjaz as práticas são questionáveis. Os pais, a pedido das escolas ou por expectativas próprias, tornam a rotina de seus filhos uma maratona desenfreada de cumprimento de tarefas. Os próprios pais não conseguem dar conta numa cidade como São Paulo de levar e trazer de um lado para outro seus filhos das mais diversas atividades. O tempo acelera para os pequenos e passa a ser um bem de alto valor para eles.
Na ansiedade de fornecer aos filhos todos os recursos creditados como necessários ao desenvolvimento, os pais correm o risco de subverter os valores em função de ter filhos mais competitivos, mais preparados para enfrentar o futuro.
No meu dia-a-dia, como psicóloga, atendo crianças e converso com seus pais e com aqueles responsáveis pela vida escolar e ouço afirmações como: "meu filho é muito inteligente", "é uma criança brilhante, mas que por algum motivo não vai bem na escola", "ele é um atleta nato, tem um talento surpreendente" ou, o contrário, "ele é lento para fazer as atividades", "não tem noção do tempo", "se distraí com facilidade" e tantas outras afirmações que nos fazem pensar: qual o elo dessa cadeia que se perdeu. O que será que tem levado as crianças mais e mais a profundos estados de tristeza, insônia, hiperatividade e déficit de atenção?
Felizmente hoje temos um repertório de conhecimentos vindos da medicina, psicologia, neurociência, que faz toda diferença para conhecermos a etiologia de alguns quadros e poder tratá-los. Fato que há 50 anos era incomum e, portanto, as providências de tratamento eram precárias. Assim, não podemos somente atribuir à vida corrida que levamos o aparecimento dos distúrbios da infância.
Sem dúvida, os fatores do dia-a-dia como violência, exigências competitivas, acesso fácil aos meios de comunicação e diminuição do tempo de infância, contribuem para aumentar quadros antes mais freqüentes na idade adulta. O custo de compor uma família também é alto. Preparar os filhos tornou-se um grande e complexo investimento. Pais trabalham incansavelmente para manter seus filhos para assegurar que recursos não lhes faltem.
Na outra ponta temos crianças exigidas e cansadas, com pouco aproveitamento do tempo para brincar e aprender na escola. O que seria esperado? Não oferecer as possibilidades de aprendizagem "Não, absolutamente". Talvez o elo que precisamos encontrar em nosso dia-a-dia como pais seja o cultivo pelo aprender, pelo estudar e pelo conhecimento.
Aprender não é um processo de cumprimento de tarefas, mas sim um processo de descobrir coisas novas, todos os dias, das mais simples às mais complexas.
Oferecer os recursos a partir da convicção de que mais do que resultados, esperamos que pais e educadores ajudem nossas crianças a criarem ideais construtivos. Nem sempre as crianças têm idéia do processo no qual estão envolvidas, quais são as etapas de todo e qualquer aprendizado. Empenho, dedicação, perseverança são valores pouco sublinhados nos processos de aprendizagem.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Ambiente letrado em casa e na escola
O papel da escola de educação infantil e da família, nesse início de processo, é amplo e rico: é fazer com que a criança leia o mundo e comece a expor suas primeiras palavras e idéias no papel - ainda que não o faça de um jeito perfeito, correto, convencional. E isso não é fácil. Exige autoconfiança, crença em si próprio. Ela trocará letras, inverterá sílabas, inventará traçados. Tudo faz parte. Significa que está buscando aproximar-se desse universo simbólico. Por esse motivo, propicie a seu filho um ambiente em que o mundo das letras esteja presente e que possa ser referência em suas descobertas. Aqui vão algumas dicas que podem ajudar a iniciação:
· Ofereça desde cedo um acervo de livros com textos e ilustrações - uma pequena biblioteca construída e organizada com seu filho.
· Visite livrarias, faça com que tenha contato com diferentes materiais.
· Disponibilize lápis de cera, blocos de desenho para os primeiros experimentos.
· Conte-lhe, ao menos, uma pequena história diariamente.
· Folheie livros na sua presença.
· Peça que lhe conte histórias, manuseando livros.
· Peça que registre as histórias contadas com desenhos, palavras, frases.
· Deixe que a observe realizando alguns de seus escritos, como suas listas de compras, por exemplo. Procure fazê-las na letra de forma.
· Corrija seu filho quando falar de forma infantilizada ou não compreensível.
· Não ensine, nem exija que ele comece seus registros com a letra manuscrita. Letra do tipo bastão ou de fôrma são as mais indicadas nesse período.
A glória de aprender com prazer
Essas pequenas iniciativas fazem com que a criança tenha mais recursos para solucionar suas dúvidas, buscar respostas. Valem mais do que extensos, mecânicos e insatisfatórios exercícios de caligrafia. Na realidade, são maneiras de fazer com que o pequeno comece sua alfabetização com prazer, significado e gosto. Também vale lembrar que, nesse período tão rico e repleto de descobertas, a escolha da escola de educação infantil é essencial. Evite as escolas chamadas "preparatórias", aquelas que garantem o ingresso fácil no ensino fundamental. Em alguns casos o ritmo de trabalho dos alunos é acelerado e isso faz com que haja perdas preciosas, quadro que se complicará mais tarde. Uma boa pré-escola tem seu próprio projeto pedagógico e a passagem de seus alunos para a primeira série se faz de forma natural, como resultado de um processo construído ao longo da primeira infância.Cada qual tem sua horaLembre-se: a aquisição da leitura e da escrita está profundamente ligada aos contatos com o universo escrito dos 0 aos 6 anos. Por isso mesmo, definir um momento certo para esse aprendizado, igual para todas as crianças, é desconsiderar experiência e maturidade individual. Cada criança é única, fato que precisa ser considerado por escolas e famílias. Sempre. É o que dará a medida do tempo apropriado, o que permitirá que não se antecipe nem se retarde a alfabetização.
*Norma Leite Brandão é pedagoga e educadora da VERCRESCER assessoria educacional.
Os níveis estruturais da linguagem escrita podem explicam as diferenças individuais e os diferentes ritmos dos alunos.
1) Nível Pré-Silábico- não se busca correspondência com o som; as hipóteses das crianças são estabelecidas em torno do tipo e da quantidade de grafismo. A criança tenta nesse nível:
diferenciar entre desenho e escrita
utilizar no mínimo duas ou três letras para poder escrever palavras
reproduzir os traços da escrita, de acordo com seu contato com as formas gráficas (imprensa ou cursiva), escolhendo a que lhe é mais familiar para usar nas suas hipóteses de escrita
percebe que é preciso variar os caracteres para obter palavras diferentes
2) Nível Silábico- pode ser dividido entre Silábico e Silábico Alfabético:Silábico- a criança compreende que as diferenças na representação escrita está relacionada com o "som" das palavras, o que a leva a sentir a necessidade de usar uma forma de grafia para cada som. Utiliza os símbolos gráficos de forma aleatória, usando apenas consoantes, ora apenas vogais, ora letras inventadas e repetindo-as de acordo com o número de sílabas das palavras.Silábico- Alfabético- convivem as formas de fazer corresponder os sons às formas silábica e alfabética e a criança pode escolher as letras ou de forma ortográfica ou fonética.
3)Nível Alfabético- a criança agora entende que:
a sílaba não pode ser considerada uma unidade e que pode ser separada em unidades menores
a identificação do som não é garantia da identificação da letra, o que pode gerar as famosas dificuldades ortográficas
a escrita supõe a necessidade da análise fonética das palavras
“Deus, em sua infinita sabedoria, criou a família, para que os seres humanos tivessem um lugar de apoio, de encorajamento mútuo, consolo nas horas difíceis. Enfim, um espaço para rir, chorar e sonhar.
domingo, 6 de junho de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Prof. Ms. Vicente Martins
Docente na Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA)
Mestre em Educação pela Universidade Federal do Ceará
Graduado e Pós-Graduado em Letras pela
Universidade Estadual do Ceará
Durante a leitura em voz alta, muitas crianças encontram dificuldade na articulação de vogais e consoantes nasais, o que as leva a não reconhecerem palavras com fonemas nasais. Sem reconhecimento das palavras, não há decodificação leitora, importante etapa no processo de leitura.
Os professores, quando não atentos ao valor dos sons nasais na prática da leitura de textos, torcem o nariz aos maus leitores, e os alunos, por sua vez, diante do fracasso leitor, ficam de nariz comprido.
Sem a produção dos sons nasais, belos textos, especialmente os poemas em versos, perdem todo seu encanto lírico, sua emoção, seu ritmo e a força de expressividade de suas rimas.
Durante as aulas de leitura, fazem parte do cardápio escolar a leitura de sonetos de poetas e poetisas brasileiros como Mário Quintana, Vinícius de Moraes, Cecília Meireles e Henriqueta Lisboa, autores que explicitamente exploram, em seus versos, vogais e consoantes nasais.
Um bom exemplo é o poema Canção de Garoa, de Mário Quintana em que o poeta diz: “ Em cima do meu telhado/ Pirulin lulin lulin,/Um anjo, todo molhado,/Solução no seu flautim/. Na estrofe seguinte o poeta continua a explorar os fonemas nasais: /O relógio vai bater:/As molas rangem sem fim./O retrato na parede/Fica olhando para mim./”. E na última estrofe conclui: “E chove sem saber por quê.../E tudo foi sempre assim!/Parece que vou sofrer:/Pirulin lulin lulin...”
Não apenas na leitura, mas já na aquisição da fala, as crianças percebem o papel da cavidade nasal na articulação dos sons da fala.
Na educação infantil, a articulação dos sons nasais, todos sonoros, são exigidos dos pequenos a exploração das cordas vocais situadas na laringe. A fisiologia do esforço articulatório dos sons nasais é a seguinte: durante a produção dos sons nasais, uma parte da corrente de ar expirado proveniente da laringe passa pelas fossas nasais, devido ao abaixamento da úvula e do véu palatino, causando uma vibração intensa nas fossas nasais.
Isso que dizer que a pronúncia dos sons nasais leva o véu palatino a ficar abaixado total ou parcialmente, permitindo que uma parte do ar pulmonar saia pelas fossas nasais, produzindo aí uma ressonância, cujo efeito auditivo é conhecido por nasalidade.
As vogais nasais do Português
Na escrita, as vogais são representadas por dígrafos vocálicos nasais, na verdade, grupos de duas letras usados para representar um único fonema. No português são dígrafos nasais: am, an, em, en, im, in, on, om, um e u.
As consoantes nasais do Português
As consoantes nasais são fonemas sonoros (as cordas vibram) em cuja articulação o ar expirado ressoa na cavidade nasal por encontrar abaixados a úvula e o véu palatino, como /m/ na palavra cama,/n/ em cana,/nh/ em lanho.
N, n
O valor fonético da letra ene – O n (ene) é a décima terceira letra e décima consoante do nosso alfabeto. Esta letra representa a consoante oclusiva nasal dental-alveolar, como em nó (diante de consoante ou em final de palavra, não é pronunciada como oclusiva nasal e freqüentemente não é pronunciada, nasalizando a vogal precedente, como nas palavras manso e hífen.
M, m
O valor fonético do eme - O m (eme) é a letra que representa a consoante oclusiva nasal bilabial sonora como na palavra meu, camelo e morro.
~
O til - Durante a aquisição e o desenvolvimento da leitura em voz alta ou a alfabetização em leitura, no ensino fundamental, o reconhecimento do til como um sinal diacrítico que nasala a vogal à qual se sobrepõe. O til, marcado nos textos medievais, desde o ano de 1632, é o sinal gráfico que na escrita confere a uma letra novo valor fonético (pronunciação) e/ou fonológico (função distintiva na língua).
Vicente Martins, palestrante, professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), em Sobral (CE), dedica-se entusiasticamente à pesquisa sobre as dificuldades de aprendizagem relacionadas com a leitura (dislexia), escrita (disgrafia) e ortografia (disortografia).
E-mail: vicente.martins@uol.com.br
Sobral - Ceará - Brasil











